No Bairro de São Pedro, em Nova Lisboa, onde as manhãs acordavam com o apito distante dos Caminhos-de-Ferro de Benguela, vivia um homem que parecia feito de outra matéria — mais leve, mais luminosa, mais humana. Chamava-se Miguel.
No Bairro de São Pedro, em Nova Lisboa, onde as manhãs acordavam com o apito distante dos Caminhos-de-Ferro de Benguela, vivia um homem que parecia feito de outra matéria — mais leve, mais luminosa, mais humana. Chamava-se Miguel.