A partir de uma leitura exegética da II Enéada de Plotino, proponho um cotejamento entre a posição neoplatónica de Plotino e a posição heterodoxa de Teixeira de Pascoaes, defensor de um gnosticismo marcionita, tal como descrito no prefácio a São Jerónimo da autoria de António M. Feijó.
