A crença de que o sexo entre mulheres não oferece risco de transmissão de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ainda persiste, mas um estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP mostra que a realidade é mais complexa.

A crença de que o sexo entre mulheres não oferece risco de transmissão de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ainda persiste, mas um estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP mostra que a realidade é mais complexa.