Há um clamor ruidoso que hoje atravessa as elites intelectuais e as redes sociais africanas: a rutura com o Ocidente e, em especial, com a presença histórica da França. É o grito de guerra dos novos panafricanistas.
Há um clamor ruidoso que hoje atravessa as elites intelectuais e as redes sociais africanas: a rutura com o Ocidente e, em especial, com a presença histórica da França. É o grito de guerra dos novos panafricanistas.