A arqueóloga Niède Guidon morreu nesta quarta-feira (4), aos 92 anos, deixando um legado que desafiou os paradigmas da ciência e colocou o Brasil no centro dos debates sobre a ocupação humana no continente americano.

A arqueóloga Niède Guidon morreu nesta quarta-feira (4), aos 92 anos, deixando um legado que desafiou os paradigmas da ciência e colocou o Brasil no centro dos debates sobre a ocupação humana no continente americano.