A expansão de modelos de trabalho sem carteira assinada abriu uma disputa cada vez mais explícita entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Justiça do Trabalho sobre os limites para reconhecer vínculos empregatícios no país.

A expansão de modelos de trabalho sem carteira assinada abriu uma disputa cada vez mais explícita entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Justiça do Trabalho sobre os limites para reconhecer vínculos empregatícios no país.