Quase 400 anos separam a obra de um português que se tornou senhor de engenho e coletor de impostos na Bahia dos desenhos de um artista pernambucano cujo nome se confunde com a história do cordel e da xilogravura no país.

Quase 400 anos separam a obra de um português que se tornou senhor de engenho e coletor de impostos na Bahia dos desenhos de um artista pernambucano cujo nome se confunde com a história do cordel e da xilogravura no país.