Esta é uma reprise de uma jornada interior poética e espiritual, onde a alma é observada através das “mil janelas”, metáfora para as múltiplas percepções do eu. Cada verso representa um reflexo, um fragmento de consciência em diálogo com o infinito.
Esta é uma reprise de uma jornada interior poética e espiritual, onde a alma é observada através das “mil janelas”, metáfora para as múltiplas percepções do eu. Cada verso representa um reflexo, um fragmento de consciência em diálogo com o infinito.