SÑO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – No outono alemão de 2015, trens vindos da Hungria e Itália chegavam a cada hora na estação central de Munique, trazendo pessoas exaustas que haviam cruzado o Mediterrâneo e caminhado milhares de quilômetros a pé. Muitas vinham com crianças, outras descalças ou feridas.
