Pouco mais de um ano após o primeiro transplante de bexiga em humanos, o paciente está bem e mantém boa função dos órgãos, sem sinais de rejeição, segundo estudo recém-publicado na revista científica The Lancet.

Pouco mais de um ano após o primeiro transplante de bexiga em humanos, o paciente está bem e mantém boa função dos órgãos, sem sinais de rejeição, segundo estudo recém-publicado na revista científica The Lancet.