A próxima revolução dos bioinsumos não virá da busca por novos microrganismos na natureza, e sim da engenharia genética aplicada aos que já existem, utilizando inteligência artificial.
A próxima revolução dos bioinsumos não virá da busca por novos microrganismos na natureza, e sim da engenharia genética aplicada aos que já existem, utilizando inteligência artificial.