Nova pesquisa da Universidade de Concordia, no Canadá, reforça que o bilinguismo contribui com a proteção do cérebro e contra doenças como o Alzheimer. Falar inglês pode retardar em até cinco anos os sintomas da demência.
Nova pesquisa da Universidade de Concordia, no Canadá, reforça que o bilinguismo contribui com a proteção do cérebro e contra doenças como o Alzheimer. Falar inglês pode retardar em até cinco anos os sintomas da demência.